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terça-feira, 26 de maio de 2015

Entrevista com Educador Sidicley- escola Pequenina Calixto



Entrevista:

1-Como funciona a inclusão na instituição que você leciona?

Infelizmente não atende as necessidades as quais se exigem para o atendimento adequado para aluno especial.

2- Como é feita o acompanhamento do aluno especial?

A escola não possui, no momento, professores auxiliares, como determina a lei, assim como não coordenação específica. Sendo assim fica restrito á sua participação em aulas regulares.

3-Você possui algum material diferenciado para esses alunos?

Não há qualquer material especializado.

4- Como é o relacionamento dos alunos especiais e os outros colegas?

O relacionamento é muito bom, os alunos são acolhedores e sempre preocupados com o aluno NE.

5- Você costuma conversar com seus alunos sobre o amigo especial?

Sim. Sempre que há necessidade temos conversas para ajustar a conduta da turma em relação ao aluno NE.

6- O que você acha que pode melhorar na educação para que a inclusão seja feita de forma eficiente?

A princípio, acredito que deveria se cumprir a lei, que determina um professor auxiliar para melhorar atender em sala este aluno. Falta ainda uma sala de recursos e materiais especializados que qualificam este atendimento.

7- Quais são as principais mudanças observadoras na criança especial após entrar na escola?



É notório que a interação com outros alunos promove o desenvolvimento do aluno especial. Também se percebe a alegria destes por estar frequentando o espaço escolar. Percebe-se desenvolvimento ainda nas ações motoras como manusear objetos, praticar atividades artísticas e mesmo físicas.

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